Fenômenos naturais são eventos espontâneos produzidos pela natureza, sem a intervenção direta do homem. Causando em muitos países grandes catástrofes, devastando cidades, afetando o funcionamento de comunidades, causando perdas de vidas, prejuízos e danos materiais. A vulnerabilidade dos seres humanos fica mais em evidência no "pós-catástrofe". Fragilizados, dependem de apoio de terceiros para recuperar o mínimo de dignidade, e da disponibilização de abrigos por órgãos públicos, que em muitas vezes são insuficientes e inadequados de infra estrutura para atender tantas famílias nessa mesma situação.
"A necessidade por abrigo torna-se fundamental em uma situação de emergência. Um abrigo pode ser uma das chaves para salvar vidas e prolongar a sobrevivência" ¹
Tratando-se de "abrigo emergencial", com características de estruturas portáteis, desempenhando funções que estruturas fixas não cumprem: a empregabilidade em casos extremos é rápida, mesmo em locais de difícil acesso, com a possibilidade de serem reutilizadas posteriormente.
Projetar essas estruturas transportáveis considerado apenas determinada catástrofes, região e país, implica de antemão em diversos fatores históricos, econômicos e logísticos, já estudados por diversos acadêmicos da área, porém "arquitetar" esse mesmo conceito de abrigo, visando a flexibilidade para atender diferentes fenômenos naturais, em países extremamente opostos, sugere soluções adequadas, considerando, além das características já citadas, os aspectos sociais, culturais, climáticos, tecnológicos e a dimensão dessas tragédias. Para assim fornecer de maneira adequada soluções para a realidade social desses locais.
Com o intuito de amenizar o sofrimento, e os futuros importunos, os quais abrigos dispostos em locais já construídos, e de maneira improvisada, empregando a política de compartilhamento de espaços, buscando uma solução que atenda diferentes formas de entender e usá-los, proporcionando-lhes maior conforto psicológico, privacidade e segurança.
O presente trabalho tem como objetivo, encontrar respostas para atender os desabrigados no âmbito mundial, visando não só sua necessidade de abrigo , mas sim o convívio social que cada um possuía fora da sua residência, recuperando suas diferentes relações externas para com seus vizinhos, amigos e familiares, para assim retomarem, mesmo que lentamente suas vidas, podendo superar de maneira mais amena sua relação direta com a catástrofe. Além de buscar soluções mais rápidas para o "pós-catástrofe".
"A necessidade por abrigo torna-se fundamental em uma situação de emergência. Um abrigo pode ser uma das chaves para salvar vidas e prolongar a sobrevivência" ¹
Tratando-se de "abrigo emergencial", com características de estruturas portáteis, desempenhando funções que estruturas fixas não cumprem: a empregabilidade em casos extremos é rápida, mesmo em locais de difícil acesso, com a possibilidade de serem reutilizadas posteriormente.
Projetar essas estruturas transportáveis considerado apenas determinada catástrofes, região e país, implica de antemão em diversos fatores históricos, econômicos e logísticos, já estudados por diversos acadêmicos da área, porém "arquitetar" esse mesmo conceito de abrigo, visando a flexibilidade para atender diferentes fenômenos naturais, em países extremamente opostos, sugere soluções adequadas, considerando, além das características já citadas, os aspectos sociais, culturais, climáticos, tecnológicos e a dimensão dessas tragédias. Para assim fornecer de maneira adequada soluções para a realidade social desses locais.
Com o intuito de amenizar o sofrimento, e os futuros importunos, os quais abrigos dispostos em locais já construídos, e de maneira improvisada, empregando a política de compartilhamento de espaços, buscando uma solução que atenda diferentes formas de entender e usá-los, proporcionando-lhes maior conforto psicológico, privacidade e segurança.
O presente trabalho tem como objetivo, encontrar respostas para atender os desabrigados no âmbito mundial, visando não só sua necessidade de abrigo , mas sim o convívio social que cada um possuía fora da sua residência, recuperando suas diferentes relações externas para com seus vizinhos, amigos e familiares, para assim retomarem, mesmo que lentamente suas vidas, podendo superar de maneira mais amena sua relação direta com a catástrofe. Além de buscar soluções mais rápidas para o "pós-catástrofe".
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¹ ANDERS, Gustavo Caminati. Abrigos temporários de caráter emergencial. Dissertação de mestrado. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, da Universidade de São Paulo, 2007, pg. 55
¹ ANDERS, Gustavo Caminati. Abrigos temporários de caráter emergencial. Dissertação de mestrado. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, da Universidade de São Paulo, 2007, pg. 55
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